RUMO A UM NOVO LUGAR

Esse é o sentido da Páscoa, a saída do Egito para um novo lugar, a terra prometida por Deus, onde seu povo iria conhecê-lo mais intimamente e iria desfrutar da plenitude de suas bençãos. Entretanto, para fazer essa viagem era necessário comprar a passagem, que na verdade era só de ida, uma vez que a escravidão do Egito nunca mais aconteceria em suas vidas. O preço da passagem era interessante, uma vez que não era dinheiro nem obra alguma que o povo poderia fazer para pagá-lo. Diz a bíblia que, para sair nessa viagem, a primeira coisa que teriam de fazer era “sobreviver” ao anjo da morte, que passaria pela terra na noite da saída e mataria todos os filhos mais velhos. Para isso teriam que usar como proteção em suas portas o sangue do cordeiro. É o sangue de Jesus que nos livra do juízo de Deus, leia Gen 12:7.
A segunda coisa que precisariam fazer era comerem uma refeição especial, que daria forças para a viagem. O prato principal dessa refeição era carne de cordeiro que deveria ser completamente sem defeito, significando Jesus, leia Gen 12:5,8. Eles teriam que se alimentar de Jesus, ele seria o alimento durante toda a viagem, começando como cordeiro e depois continuam como pão, ou seja o maná que caia dos céus todos os dias. O que acompanhava o prato principal eram pães sem fermento e ervas amargas. Segundo a bíblia, pão sem fermento significa sinceridade e ervas amargas significa a conscienciade que a vida anterior de escravidão não era nada boa.
Outro detalhe dessa viagem é que a refeição era um jantar e a viajem somente seria no outro dia. Porém desde a hora do jantar eles deveriam estar preparados para a viagem: sandálias nos pés e cajado na mão. Isso significava a consciencia de que dali em diante o Egito com tudo o que ele significava para o povo de Deus já não mais ocupava suas mentes. Eles deveriam estar totalmente concentrados no futuro imediato, na mudança da situação de suas vidas. Estavam sainda da escravidao para a libnerdade.

Pr Joao Carlos

O Sangue Nas Portas


O cordeiro será sem defeito, macho de um ano; podereis tomar um cordeiro ou um cabrito; e o guardareis até ao décimo quarto dia deste mês, e todo o ajuntamento da congregação de Israel o imolará no crepúsculo da tarde. Tomarão do sangue e o porão em ambas as ombreiras e na verga da porta, nas casas em que o comerem; Exodo 12:5 a 7.
Essa ordenança tinha um significado: a porta é símbolo do nosso coração, e o sangue é do cordeiro é símbolo do sangue de Jesus que nos purifica de todos os pecados. O sangue foi passado nas ombreiras das portas no dia em que a décima praga, que era a morte de todos os filhos primogenitos, veio como juízo sobre o Egito. Quando o anjo da morte chegava na porte e via o sangue, ele não entrava na casa, significando a proteção do sangue de Jesus em nossas vidas, o qual nos livra do juizo de Deus.
Pr. Joao Carlos

GARANTINDO NOSSA HERANÇA - Jer 17:1 a 11

GARANTINDO NOSSA HERANÇA - Jer 17:1 a 11
Jeremias descreve nossa responsabilidade perante a graça de Deus. Veja a reclamação de Deus em Jer 32:33: “Viraram-me as costas e não o rosto; ainda que eu, começando de madrugada, os ensinava, eles não deram ouvidos, para receberem a advertência”. Esse texto ensina que tudo o que temos que fazer para receber a graça é responder positivamente a seus ensinos, nos posicionando de maneira que suas bençãos se cumpram em nós. Se fizermos isso, entraremos na posse de nossa herança.
Se porém endurecermos nosso coração, continuarmos seguindo no caminho do pecado, perderemos nossa herança. Veja como Deus estabelece nossa responsabilidade: “Assim, por ti mesmo te privarás da tua herança que te dei, e far-te-ei servir os teus inimigos, na terra que não conheces; porque o fogo que acendeste na minha ira arderá para sempre” Jer 17:4. Assim somos nós que decidimos se vamos perder ou receber nossa herança.
Como o vencedor se posiciona para receber a herança? Leia o que Deus diz: “Bendito o homem que confia no SENHOR e cuja esperança é o SENHOR. Porque ele é como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e, no ano de sequidão, não se perturba, nem deixa de dar fruto” Jer 17:7,8.
Como o perdedor se posiciona e fica sem a herança? Leia: “Assim diz o SENHOR: Maldito o homem que confia no homem, faz da carne mortal o seu braço e aparta o seu coração do SENHOR! Porque será como o arbusto solitário no deserto e não verá quando vier o bem; antes, morará nos lugares secos do deserto, na terra salgada e inabitável” Jer 17: 5,6.
Voce é perdedor ou ganhador?
Pr Joao Carlos

A FÉ QUE FUNCIONA – I COR 2:1-5

Muitas vezes nos perguntamos por que não estamos recebendo de Deus nossos pedidos, ou mesmo porque Deus não fala conosco. Segundo o apóstolo São Paulo, o problema pode ser “onde a nossa fé está apoiada”. A fé sòmente funciona quando colocada sobre o fundamento correto, se a base na qual a nossa fé é alicerçada for falsa, não teremos nenhum resultado. Veja alguns fundamentos falsos para a fé apresentados por Paulo.
O primeiro empecilho para o funcionamento da fé é a “ostentação de linguagem ou sabedoria”. A fé não pode funcionar quando o testemunho do Senhor é dado nessas bases, pois fica apoiada no homem e não em Deus. Para que o instrumento nas mãos de Deus não se torne um empecilho, ele tem que fazer o que Paulo fez: decidir não saber nada, a não ser Jesus Cristo, e este crucificado. A fé somente funciona quando tem o conteúdo correto: Jesus Cristo, que foi crucificado e ressuscitou.
Outro empecilho para o funcionamento da fé é a “linguagem persuasiva”. Quando a linguagem persuasiva entra em ação, a mudança nos corações são meramente humanas, e porisso não são duradouras. Qualquer circunstancia poderá matar esse tipo de fé. A fé que terá poder de perseverança em qualquer circunstancia é a fé que se apoia na “demonstração do Espírito e poder”. Quando o Espirito Santo é a força que impulsiona nossa fé, ela se torna viva e cresce, resiste as provações porque está alicerçada no poder de Deus.
Em qual das bases acima estamos estabelecendo nossa fé?
Pr Joao Carlos Rocha

QUE FAREI DE JESUS CHAMADO CRISTO? MT 27:11-26

A decisão do que vamos fazer com Jesus é pessoal e intransferível. Pilatos perguntou a multidão, depois de ter em vão tentado soltá-lo: “Que farei de Jesus chamado Cristo?” v.22. O desejo de Pilatos era que a multidão fizesse por eles mesmo a decisão de soltar a Jesus e crucificar Barrabás, sem que ele tivesse que publicamente assumir as consequencias daquilo que pensava sobre Jesus. Ele sabia que Jesus era justo v.19, e que o tinham entregue por inveja, v.18. Esta defendendo Jesus, queria soltá-lo. Porém, a realidade é que as coisas não funcionam assim. Seguir a Jesus significa estar disposto a sacrificar todas as coisas, estar disposto a pagar o preço da decisão.
O dilema de Pilatos é exatamente o que se depara a nossa frente; constantemente temos que decidir o que vamos fazer com Jesus, chamado Cristo. A maioria das situações nas quais nos encontramos requerem nossa fidelidade, requerem que as coloquemos em primeiro lugar para que continuem favoráveis a nossos interesses. O problema é a decisão é entre ficar com elas ou com Jeus. Veja o caso de Pilatos: sua fidelidade a Jesus foi confrontada com seus interesses pessoais. Se ele se decidisse radicalmente por Jesus, poderia perder seu cargo de governador, sua influencia política, seus bens, seus amigos, sua posição social. For por essa razão que ele lutou arduamente para encontrar uma maneira de conciliar sua fidelidade a Jesus e conservar outras coisas.
A história dos versículos 11 a 27 nos contam a sua luta: seu golpe de mestre para continuar com Jesus e ao mesmo tempo conservar aquilo que nao queria perder não funcionou, a multidão pediu que soltasse Barrabás e que crucificasse Jesus. Então, como última alternativa, ele lavou as mãos, querendo se colocar em posição neutra. Mas a história terminou com ele entregando a Jesus para ser açoitado e depois crucificado. Jesus padeceu sob o poder de Poncio Pilatos. Que estamos fazendo de Jesus chamado Cristo?
Pr Joao Carlos