Missio Dei


Missio Dei – A Missão de Deus
Hebreus 10:5

Muitas vezes ficamos confusos quando pensamos em missões. Os métodos usados para cumprir a ordem dada por Jesus em nossos dias são tão variados, que chegamos a conclusão que Ele deu a ordem e nós decidimos o método para cumpri-la. Na verdade a biblia nos ensina que ao dar a ordem, o método também foi instituído: a missão de Deus é encarnacionista. Veja esse versículo abaixo, uma citação do Salmo 40 repetida em Hebreus 10:5: “Por isso, entrando no mundo, diz: Sacrifício e oferta näo quiseste, Mas corpo me formaste”. Isso significa dizer que quando Deus resolveu fazer missões, o método foi a encarnação do Filho.

Fazendo-se carne, ele alcançou alguns objetivos: 1) identificação. Ao identificar-se com o ser humano, Jesus pode entende-lo de maneira experimental. “Por isso mesmo, convinha que, em todas as coisas, se tornasse semelhante aos irmãos, para ser misericordioso e fiel sumo sacerdote nas coisas referentes a Deus e para fazer propiciação pelos pecados do povo”Heb 2:17. Ao identificar-se com a humanidade, Jesus foi aperfeiçoado como ser humano. “Porque convinha que aquele, por cuja causa e por quem todas as coisas existem, conduzindo muitos filhos à glória, aperfeiçoasse, por meio de sofrimentos, o Autor da salvação deles” Heb 2:10. Ele foi tentado em todas as coisas mas não fez o que nosso pai terreno Adão tinha feito: pecou. 2) Tornou-se o molde para os filhos de Deus. Porisso ele se tornou o Segundo Adão e a matriz para todos os filhos de Deus.  “Visto, pois, que os filhos têm participação comum de carne e sangue, destes também ele, igualmente, participou, para que, por sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo, e livrasse todos que, pelo pavor da morte, estavam sujeitos à escravidão por toda a vida” Heb 2: 14,14. 3) Seu método missionário tornou-se modelo.  “Em verdade, em verdade vos digo: se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas, se morrer, produz muito fruto. Quem ama a sua vida perde-a; mas aquele que odeia a sua vida neste mundo preservá-la-á para a vida eterna. Se alguém me serve, siga-me, e, onde eu estou, ali estará também o meu servo. E, se alguém me servir, o Pai o honrará”.  João 12:24 a 26.

Ao se fazer carne, Jesus tornou-se o grão de trigo que caiu na terra, morreu, ressuscitou e produziu muito fruto. Assim Deus cumpriu a missão através dele. Hoje, somos os continuadores da missão de Jesus. Quando nascemos de novo, nos tornamos grãos de trigo da mesma espécie de Jesus. Porisso temos que cair na terra e “perder a vida” para conservá-la para a vida eterna. Ao cairemos na terra e morrermos, produzimos muito fruto, que é o resultado da vida de Jesus que há em nós. Pessoas nascem de novo quando a vida de Jesus que está em nós é transmitida a eles por meio do nosso ministério missionário.

Pr. Joao Carlos 
Igreja Consumista

Tem sido dito que vivemos na era do consumo e do excesso. Esse consumo vai muito além do simples materialismo, mas tem se tornado o próprio tecido da nossa cultura, transformando-se num estilo de vida nos dias de hoje.
O filósofo francês Jean Baudrillard certa vez disse que em nossos dias ”o consumo é um sistema de significado.” Em outras palavras, você é o que você consome. De acordo com Baudrillard, a qualidade dos carros, roupas e aparelhos que possuímos acabam por definir quem somos em nossa sociedade hoje.
O consumo é um sistema de significado.
- Jean Baudrillard
O consumismo de hoje tornou-se a nossa cultura, a própria coisa que nos dá significado, identidade e valor. Enquanto o consumismo continua a moldar nossa cultura, a mentalidade do consumismo é a força que rege o nosso comportamento à medida que interagimos com o mundo ao nosso redor. Esta mentalidade é marcada por um intenso pragmatismo, onde o consumidor está sempre procurando extrair o maior valor pelo mínimo esforço.
Dado que a religião não é senão uma sub-cultura em nossos dias, a nossa tendência é de adaptar a mentalidade consumista sempre que lidamos com a igreja. Muitos de nós olhamos para a igreja como uma simples fornecedora de serviços no comércio da fé, e com o intuito de atrair um maior número de fiéis, igrejas têm se ajustado à cultura, visando proporcionar os melhores “serviços” e “experiências” para os seus visitantes.
No entanto, é no comércio que as empresas competem entre si para oferecer os melhores produtos e serviços, para assim, captar a atenção dos seus consumidores. O mesmo também é verdade com o mercado religioso, o consumismo em nossa cultura tem causado igrejas a competir uma com a outra, e assim agora podemos encontrar igrejas que são caracterizadas pelos programas que oferecem, quer seja para crianças, adolescentes ou adultos.
Igrejas impulsionadas pela cultura do consumismo são tão pragmáticas quanto os indivíduos que a frequentam, pois elas se conformam ao invés de transformarem a cultura à sua volta sempre mudando os seus programas para agradarem seus membros. Com essa tendência atual, tais igrejas se tornam vazias de compromisso, doutrinas bíblicas e forte conhecimento de Deus, as mesmas virtudes que marcaram a Igreja Primitiva conforme lemos em Atos 4:32.
Assim sendo, o indivíduo cristão que possui uma mentalidade consumista vai sempre procurar a igreja que tem os programas que mais lhe agradam sem nunca pensar em maneiras que possa servir aqueles à sua volta. Este mesmo indivíduo vai então medir a sua experiência baseada na melhor “emoção” pelo mínimo esforço requerido, transformando a igreja numa simples “provedora de experiências emocionais”, assim como eventos esportivos, shows musicais, etc.
A solução para o atual estado da igreja é reformar ao invés de conformar-se com a cultura à sua volta. A igreja precisa ser um farol de luz que declara a verdade da Palavra de Deus para o mundo, em vez de ser apenas mais um provedor de produtos que são comercializados para agradar seus consumidores.
Como Igreja de Cristo, a nossa mentalidade precisa ser focada em servir e não apenas ser servido. A igreja é um lugar para os machucados, necessitados e destituídos. É também um lugar que deve promover a redenção e reconciliação e que não visa apenas providenciar “boas experiências emocionais”.
Em última análise, devemos lembrar que somos chamados para sermos agentes ativos de transformação e não apenas consumidores passivos do mais recente produto da fé.
Pastor Andre Rocha.

Passos para a completa crucificação do eu


Tradução de parte da Carta de Madame Guyon
 escrita para  para Francois Fenelon

PASSOS PARA A COMPLETA CRUCIFICAÇÃO DO EU
I.                 O primeiro passo dado pela alma que se entregou fomal e permanentemente para Deus, é colocar aquilo que pode ser chamado de poderes externos – isto é,  as propensões e apetites naturais, -- em submissão.  O estado religioso da alma em alguns momentos é caracterizado por aquela simplicidade que demonstra sinceridade, a qual é sustentada pela fé. Dessa maneira a alma não age por si mesma, mas segue e coopera, com todo seu poder, com a graça que lhe é dada. Isso leva à vitória através da fé.

II.               O segundo passo é cessar de descansar nos prazeres da sensibilidade interior. Nessa fase, a  luta é em geral mais severa e prolongada. É difícil morrer para aqueles desejos e preazeres de nossa primeira experiencia com Deus, os quais nos fazem sentir tão alegres, e que Deus, de maneira geral, nos permite desfrutar e descansar sobre eles. Qnado perdemos nossa alegria interior, ficamos muito propensos a pensar que perdemos o próprio Deus;  não considerando que a vida moral da alma não consiste em prazeres, mas em união com a vontade de Deus, seja qual for. A vitórianesse ponto é também pela fé; agindo, entretando, de uma maneira um pouco diferente.

III.              Outro passo é a crucificação completa de qualquer confiança em nossas virtudes, quer sejam interiores ou exteriores. Os hábitos da vida do “eu” se tornam tão fortes, que raramente não existe alguma coisa com a qual não temos algum grau de complacência. Havendo ganho vitória sobre os sentidos, e havendo se fortalecido de maneira que possa viver pela fé, independente de animação e prazeres interiores, a alma começa a ter certo grau de satisfação, o qual é secretamente egoísta em sua virtude, em sua verdade,  temperança, fé, benevolência, e descansa nessa satisfação como se ela fosse uma virtude da própria alma, como se essa satisfação fosse  baseado nos próprios méritos. Nós devemos estar mortos para essas satisfações, considerar que elas vieram de nós mesmos; e vivos para elas sòmente nas bases de que são dons e poder de Deus. Nós devemos ignorar tais satisfações e não viver através delas, no sentido de que nossa satisfação esteja nelas;  e devemos colocar nossa satisfação sòmente  no Doador daquilo que nos satisfaz.

IV.             O quarto passo consiste na cessação ou morte daquela repugnância a qual o homem naturalmente sente para com a obras de Deus as quais estão envolvidas no processo da crucificação interior. O sopro que Deus manda sobre nós é recebido sem oposição que antes existiu e frequentemente existe com grande poder. A alma perceba a presença de Deus tão claramente em tudo; sua fé é tão forte, que as coisas aparentemente adversas, que antes eram excesivamente desfiadoras, são agora recebidas, não sòmente com aceitção mas com alegria. Beija a mão daquele bate.

V.               Quando chegarmos até aqui, talvez digamos com bastante razão, que o homem natural está morto. Então vem o quarto passo nesse processo, a NOVA VIDA, não meramente o início da nova vida, mas  a nova vida em um sentido muito superior do termo, a ressurreição da vida de amor. Todos os dons que a alma buscou através de sua própria força, e perverteu e os tornou venenoso e destrutivo em si mesmo, por busca-lo aparte de Deus, agora de maneira rica e completa retornam, dados pelos grande Doador de todas as coisas.Não é plano nem desejo de Deus de privar suas criaturas da alegria, mas Ele derrama seu cálice de amargor e esmaga toda alegria e prosperidade que as criaturas tem em qualquer outra coisa que não seja Ele mesmo. Existe uma lei moral para a alegria, a qual é imutável como são imutáveis os princípios morais. Ele esmaga a falsa alegria, ou a alegria fundada em falsos princípios, a qual é somente a precursora da miséria real, para assim Ele estabelecer a elegria verdadeira e duradoura,  trazendo dessa maneira a alma em perfeita comunhão e união com Ele mesmo, permitindo então que a alma beba da água viva vinda da Fonte Inesgotável. Assim a alma tem essa nova vida, e todo o bom e toda a alegria envolvida nisso, através da cessação de sua própria ação (isto é, cessar toda ação exceto aquela que é feita em cooperação com Deus), e deixar Deus viver e agir nelas.  

VI.             E essa vida, em sexto lugar,  se torna uma vida verdadeiramente trasformada, uma vida em união com Deus, quando a vontade da alma se torna não sòmente em conformidade com Deus de fato e de maneira prática, mas é conformada a Ele em tudo, e num relacionamento sustentável, o qual pode ser chamado de “disposição” ou “tendência”. É então que acontece tal harmonia entre o homem e a vontade divina, que pode ser considerado como tendo se tornado “um”. Suponho que esse foi o estado de São Paulo quando disse, “não vivo mais eu, mas Cristo vive em mim...”. Uma alma desse tipo, que é descrita como templo do Espírito Santo, Deus, Ele mesmo é o habitante e a luz dela. “Esta alma transformada não para de crescer em santidade. É transformada sem permanecer onde estava, sem ficar estacionada. Sua vida é amor, todo amor; mas a capacidade desse amor aumenta copntinuamente.       

Verdadeiro Cristao


TORNANDO-SE UM CRISTÃO VERDADEIRO – Pr. Joao
ATOS 10:1 A 48

Cornelio  era homem sério e dedicado com as coisas de Deus. Porém tudo isso ainda não era suficiente para ser aceito por Deus. Com tudo isso ele era ainda sòmente um religioso. Mas Deus viu a sua dedicação a Ele e resolveu fazer alguma coisa.
I – Nossa religiosidade não é suficiente para nos garantir com Deus 1: 1 a 2
a – Cornélio era piedoso 1:2
b – Temente a Deus, 1:2
c – Com toda a sua casa, 1:2
d - Fazia muitas esmolas, 1:2
e - De contínuo orava a Deus, 1:2
II – Deus lhe dá uma visão, manda um anjo, 1:3 a 8
a – Uma visão na hora none, aí pelas 3 da tarde o anjo lhe chama pelo nome, 1:3,4
b – A visão causa temor, 1:4
c – Que é Senhor, 1:4
d – Tua vida serviu para  “memória” diante de Deus, 1:4
e – Manda chamar Pedro, 1:5,6
f - Ele obedece, 1:7,8
III – Pedro, o religioso difícil de lidar... até para Deus 1: 9 a 22
a – Orando por volta da hora sexta (meio dia) 1:9
b – Tem um extase, 1:10
c – Um objeto desce à terra cheio de animais, 1:11,12
d – Mata e come, 1:13
e – Não como qualquer coisa, 1:14
f – O que Deus purificou não considere imundo, 1:15
g – Por tres vezes Deus fala, 1:16
h - Pedro teve que “englir” Cornélio, 1: 17 a  22
IV – Deus aceita relacionamento com Ele baseado em Sua Palavra, 1:23 a 35
a – Uma reunião para receber Pedro, 1: 23, 24
b – Adoração errada... boa fé mas errada 1: 25,26
c – Eu não deveria estar aqui, vamos logo ao assunto, 1: 27 a 29
d – Cornélio conta a história, 1: 30 a 33
e – Tenho que reconhecer que Deus te aceitou, 1:34 a 35

VI – O conteúdo da Palavra de Deus 1: 36 a 43
a – Paz por meio de Jesus Cristo, 1: 36
b – Por meio de Sua Pessoa Justa e de sua morte e ressurreição, 1:37 a 41
c – Devemos pregar que Jesus foi contituído: Juiz e Redentor, 1: 42 a 43
e – O Espírito Santo vem através da pregação da Palavra, 1:44
f – Vem com Sinais visíveis, 1: 45,46
g – Os novos Cristãos devem ser batizados, 1:47,48

Conclusão: Somos cristãos ou religiosos

PERGUNTAS PARA MEDITAÇÃO
1 – Somos cristaos ou religiosos? Ou cristaos religiosos?
2 – Quais sao as duas coisas que me impedem de ser um cristao verdadeiro?
3 – Quais sao as 2 coisas mais importantes que farei para mudar isso?                             

Pra que Serve o Mal?


QUANDO O MAL NOS SOBREVEM - Pr. Joao
JÓ 1: 1 A 2:10; 42:1 A 16
Introdução: Nosso problemas: Será que existe propósito quando o mal nos sobrevem?  O mal não vem de Deus, Deus é bom.... o mal vem de satanáz. Porém, como soberano, Deus permite o mal e através dele cumpre propósitos em nossa vida. Para nós que tememos a Deus, o mal vem para nosso bem.

I – Não sabemos o por que do mal, porém Deus sabe 1: 6 a 12
    a – Há coisas muito maiores que nós, ex. A Glória de Deus, 1:8 Observaste...
    b – A nossa identidade ser conhecida nas regiões espirituais,  1:9 a 11
    c – O inferno saber que Deus pode ser amado e temido de verdade, 1:9
II – Deus usa o mal para nos exaltar, satanáz tem que admitir quem somos 1:8; 2:3
     a – Ninguém semelhante a Jó
     b – Integro
     c – Reto
     d – Temente a Deus
     e – Que se desvia do mal
            obs: Deus não estava dizendo que Jó não pecava.
III – Deus usa o mal para por satanáz debaixo de nossos pés 1: 13 a 22; 2:
      a – Rasga o manto, raspa a cabeça, lanca-se em terra 1:20
      b – Adora 1:20
      c – Nú saí, nú voltarei, bendito seja o nome do Senhor 1:21
      d – Jó não peca nem se revolta contra Deus 1:22
      e – Amaldiçoa a Deus e morre 2:9
      f – Falas como doida, Deus é Senhor 2:10
      g – Jó não peca 2:10
IV – Deus usa o mal para que O conheçamos melhor, 42:1 a 6
      a – Saberemos que Deus TUDO PODE 42:2
      b – Seus planos nunca são frustrados 42:2
      c – Falei do que não entendia 42:3
      d – Coisa maravilhosas que não conhecia 42:3
      e – Eu te conhecia só de ouvir 42: 5
      f – Agora meus olhos te vêem 42: 5
V -  Deus usa o mal para estabelecer nossa autoridade 42: 7 a 9
      a – A minha ira está contra voces, 42:7
      b – Ide ao meu servo Jó, dele aceitarei intercessao por voces 42: 8
      c – Então foram a Jó, 42:9
VI – Deus usa o mal para nossa propsperidade, 42: 10 a 16
       a – Deus mudou a sorte de Jó enquanto orava pelos amigos 42:10
       b – Deus lhe deu o dobre do que possuía 42:10
       c – Se identificam com sua dor e dão ricos presentes 42:11
       e – Abençoou o último estado mais que o primeiro 42:12
       f – Outros 7 filhos e 3 filhas 42:13
       g – Longevidade: +140 anos, farto de anos 42:16
   
        Conclusão: O que acontecerá em nossas vidas quando o mal nos sobrevem depende de nosso posicionamento perante Deus. O mal PODE TER um papel importante em nossas vidas, porisso Deus o permite. Deus transforma o mal em benção.
PERGUNTAS PARA MEDITAÇÃO
1 – Como tenho reagido quando o mal chega na minha vida?
2 – Quais são duas coisas principais pelas quais não consigo vitória sobre o mal?
3 – Quais são as duas coisas mais importante que farei para vencer o mal?

Poder da Aliança


O PODER DE UMA ALIANÇA – Pr. Joao
1 SAM 20:13 A 17 - 2 SAM 9:1 A 13

Introd: Jonatas filho de Saul sabia que Davi seria rei em lugar de seu pai, Saul. Ele fez uma aliança com Davi a respeito dele e de sua casa dizendo:Se eu, então, ainda viver, porventura, não usarás para comigo da bondade do SENHOR, para que não morra?” 1 Sam 20:14 e  “Nem tampouco cortarás jamais da minha casa a tua bondade” 1 Sam 20:15. Da mesma maneira existe uma aliança entre o Pai e Jesus a nosso respeito. É justamente através dessa aliança que as benção de Deus chegam até nós.

I – Resta ainda, porventura alguém na casa de Saul... 9:1 a 4
a.      O Pai procura alguém da casa de Adão para usar de misericórdia por amor a Jesus 9:1
b.     Ainda há Mefibosete,  mas ele é aleijado dos pés, indigno... 9:3
c.      Quem é Mefibosete:
c.1 – Filho do inimigo, 2 Sam 9:1
c.1 – Aleijado na fuga 2 Sam 4:4
c.2 – Cresceu vivendo debaixo do medo
c.3 – Viveu sua vida toda em Lo-Debar,  2 Sam 9:4
c.4 – Vivia de favor na casa de Maquir, 2 Sam 9:4

II – O Rei manda buscá-lo, 2 Sam 9: 6
a.      O Rei nos chama pelo nome: Mefibosete! 2 Sam 9:6
b.     A resposta é: Eis aqui teu escravo... 2 Sam 9:6

III – As intenções do Rei para conosco: cumprir a aliança, 2 Sam 9:7 a 10
a.      Não temas, 9:7
b.     Usarei de bondade por amor a Jonatas (aliança), 9:7
c.      Restituirei os bens da tua herança, 9:7
d.     Voce comerá sempre na minha mesa (honra), 9:7

IV – Quem sou eu? Um cão morto! As bençãos da alinaça 9:8 a 12
   a – Declaração pública da restituição da posse da herança,  (posição no reino) 9:9
   b – Posição de Senhor perante o Rei, (35 servos)  9:10
   c – Propsperidade e abundancia, 9:10
   d -  Quem sou eu na aliança? Como um dos filhos do Rei, 9:11
   e – Mudança da história para sua descendencia (filho Mica), 9: 12

PERGUNTAS PARA O GRUPO
1 – Sou filho(a) da aliança. Quais são minhas necessidades?
2 – Duas coisas maiores que bloqueiam minha benção
3 – Duas coisas que vou fazer para desbloquear minha benção.

Obreiro Aprovado


Obreiro Aprovado - Pr. Cesar Alves
At 8.26-40
Filipe aparece pela primeira vez em Atos 6, quando foi escolhido como diáconos da igreja primitiva como um homem:
·       De boa reputação e cheios do Espírito e sabedoria (Atos 6:3)
·       Cheios do Espírito e sabedoria (Atos 6:3)
Quando começou a perseguição dos discípulos, Filipe foi para a cidade de Samaria e continuou a pregar a vida de Cristo. Quando estava tendo muito êxito na divulgação do Senhor Jesus, Deus o chamou para evangelizar uma única alma.

1 ) Atitudes para alcançar as almas
a)     Obediência  ( Atos 8:26)
Quando Deus pediu a Filipe para deixar Samaria e ir para o deserto (Gaza), ele obedeceu a Deus sem questionamentos ( Atos 8:26-27)
Se nos queremos ser efetivos trabalhadores no reino de Deus, precisamos ser submissos a vontade do Senhor
  
b)     A disposição de evangelizar uma alma como se fosse multidões ( Atos 8:26)

Deus pediu a Felipe para deixar a multidão em Samaria e viajar 50 milhas para uma única alma perdida

c)     Sem Preconceitos (Atos 8:27)
O Etíope pensava que ele era um excluído das assembléias santas
Devemos ser como Filipe,não olharmos a aparência, condição social, raça, etc
d)     Estar sempre atendo no que acontece ao redor (Atos 8:28)
Filipe viu o que o Etiope estava fazendo

e)     Urgência para ganhar almas (Atos 8:29)

Quando o Espírito disse aproxima-te desse carro, Filipe correu para alcançá-lo (Atos 8:30)


2) Como podemos evangelizar?

a)     Faça perguntas (Atos 8:30)
Peguntas levantam grandes interesses em estudar e discutir a respeito de algo

b)     Conheça e use as escrituras ( Atos 8:31-35)
Quando o Etiope perguntou sobre Isaías , Filipe conhecia do que ele esta falando.

c)     Fale de Jesus ( Atos 8:35)
Depois de falar de Isaias 53, Filipe começou a mostrar o Jesus verdadeiro

d)     Procure mais oportunidades de continuar pregando
Filipe não estava contente em ganhar apenas uma alma para Cristo. Depois de batismo do Etiope ( Atos 8:36-38) ele saiu para pregar aos outros necessitados (Atos 8:39-40)


Perguntas

1)     O que precisamos para sermos evangelistas de Cristo?
2)     Descreva 2 coisas que impedem de você falar de Jesus?
3)     O que devo fazer para evitar que os empecilhos me calem de levar a palavra de Jesus?

Encontrando nossa Vocação


ENCONTRANDO NOSSA VOCAÇÃO - Pr. Joao
1 LUCAS 5: 1 A 11
Introd: O que somos deve determinar o que fazemos, porém muitas vezes estamos fazendo coisas que não tem nada a ver com o que somos. O acerto entre o “ser” e o “fazer” vem através de um encontro pessoal com Jesus. Pedro era pescador de homens, mas estava pescando peixes. Através de um encontro pessoal com Jesus ele descobre sua verdadeira vocação.

I – Nosso encontro com Jesus,  Lc 5:1 a 3
a.      Nosso encontro faz parte do desenvolvimento do ministério de Jesus, 5:1
b.     Nosso encontro acontece quando o próprio Jesus vem onde estamos, 5:2
c.      Nosso encontro acontece quando escolhe usar nosso “barco”, 5:3
d.     Nosso encontro acontece quando, mesmo sem nossa decisão servimos a Jesus, 5:3

II – Descobrir quem é Jesus, precede a descoberta da nossa vocacão, 5:4 a 8
a.      A descoberta de quem é Jesus começa com o interesse Dele por nós, 5:4
b.     A descoberta de quem é Jesus vem por um contraste entre nosso trabalho e o Dele, 5:5
c.      A descoberta de quem é Jesus exige um ato da nossa obediencia, 5:5
d.     A descoberta de quem é Jesus vem por uma experiência pessoal com a Sua Palavra, 5:5
e.      A descoberta de quem é Jesus vem por uma experiência com a Sua Soberania, 5:6,7

III – A descoberta de quem é Jesus revela quem somos, 5:8 a 9
a.      O contraste em nós e Jesus nos leva a humilhação (prostrou-se), 5:8
b.     O contraste entre nós e Jesus nos leva ao reconhecimento da santidade Dele (retira-te)5:8
c.      O contraste entre nós e Jesus nos leva a convicção de pecado (sou pecador) 5:8
d.     A descoberta de quem é Jesus nos enche de admiração, 5:9

IV – É o conhecimento de Jesus que libera nossa vocação, 5:10,11
a.      O conhecimento de Jesus tira de nós o medo (nao temas), 5:10
b.     O conhecimento de Jesus libera nossa identidade (doravante serás), 5:10
c.      O conhecimento de Jesus nos liberta do passado (deixando tudo), 5:11

Conclusão: Já conhecemos a Jesus o suficiente para andarmos em nossa vocação, ou ainda estamos em um relacionamento superficial com ele, porisso estamos “fazendo coisas”que não tem nada a ver com “quem Deus diz que somos”?


PERGUNTAS PARA O GRUPO
1 – Ja tenho, ou ainda não tenho, certeza sobre a minha vocação?
2 – Se ja tenho, que estou fazendo para andar nela? Se ainda não tenho, que preciso fazer para ter?
3 – Cite 2 coisas bem específicas ( as duas mais importantes) que fará para resolver teu problema. 

A Pessoa Espiritual


A PESSOA ESPIRITUAL - Pr. Joao
1 Cor 2: 1 a 16
Introdução:  Segundo esse texto existem duas categorias de pessoas:  a pessoa  espiritual e a pessoa natural. O pessoa natural é descrita dessa maneira: “Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente”.  A bíblia diz que “Porém o homem espiritual julga todas as coisas, mas ele mesmo não é julgado por ninguém”.  A  diferença entre elas é o que a bíblia chama “novo nascimento”.

I – O  tipo de testemunho que a pessoa espiritual da sobre Deus, 2: 1 a 5
a)     Não com ostentação de linguagem ou sabedoria humana, 2:1
b)     Nada mais que a Jesus Cristo crucificado, 2:2
c)      Relacionamento em fraqueza, temor e grande tremor, 2:3
d)     Não prega tentando convencer pela sabedoria humana, 2:4
e)     Mas demonstra Espírito e poder, 2:4
f)      Para não edificar a fé sobre base errada, 2:5
II – A sabedoria da pessoa espiritual, 2:5 a 8
a)     Não sabedoria deste século nem dos poderosos, 2:6
b)     Sabedoria de Deus em mistério, 2:7
c)      Sabedoria outrora oculta, 2:7
d)     Sabedoria pré-ordenada por Deus desde a eternidade, 2:7
e)     Sabedoria desconhecida dos poderosos deste século, 2:8
f)      Mas vós sois dele, em Cristo Jesus, o qual se nos tornou,
da parte de Deus, sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção, 1:30
III – A fonte de entendimento da pessoa espiritual, 2: 9 a 12
a)     Olhos não viram, 2:9
b)     Ouvidos não ouviram, 2:9
c)      Jamais penetrou no coração humano, 2:9
d)     Mas Deus nos revelou pelo Espírito Santo, 2:10
e)     Porque o Espírito prescruta as profundezas de Deus, 2:10
f)      Deus nos deu Seu Espírito para conhecer-mos o que Ele nos deu, 2:12
IV – A conversa da pessoa espiritual, 2: 13
a)     Conversa ensinada pelo Espírito Santo, 2:13
b)     Confere coisas espirituais com espirituais, 2:13
V – O contraste entre a pessoa espiritual e a pessoa natural, 2:14 a 16
a)     Coisa espiritual é loucura para a pessoa natural, 2:14
b)     Não pode entender por falta do Espírito, 2:14
c)      A pessoa espiritua julga todas as coisas (pelo Espírito), 2:15
d)     A pessoa espiritual não é julgada por ninguém, 2:15
e)     A pessoa espiritual “tem a mente” de Cristo, 2:16
Perguntas para Meditação
1 – Sou pessoa natural ou espiritual?
2 – Se sou pessoa natural, gostaria de nascer de novo?
3 – Se sou pessoa espiritual, como estou vivendo a vida cristã? 1 Cor 3:1

O Rio da Vida


CAMINHANDO NO RIO DA VIDA - Pr Joao
Ezequiel 47: 1 A 12

Introd. O  versículo 1 descreve a formação de um rio que começa no templo de Deus, do lado sul, onde está o altar. Esse rio significa a Palavra de Deus que traz vida pelo poder do Espírito Santo, Jo 4:10,14; Jo 7:37,38, que é o próprio Jesus. Para andarmos nesse rio, precisamos primeiro entrar no templo, depois sair para andar no rio, v.2. Essa caminhada se chama “Santificação”.

I – A Primeira Etapa da Caminhada nas Águas, 47: 3
     a – A caminhada tem distância definida: +-500 metros
          a.1 – Não é definida por nós mesmos
     b – O percurso necessita ser completado
     c -  Eu sou quem caminha
     d – A experiência de caminhar com as águas pelos tornozelos
     e – Quanto enxergamos do corpo de alguém andando nessas águas?
II – A Segunda Etapa da Caminhada nas Águas, 47: 3
     a – A caminhada tem distância definida: +-500 metros
          a.1 – Não é definida por nós mesmos
     b – O percurso necessita ser completado
     c -  Eu sou quem caminha
     d – A experiência de caminhar com as águas pelos joelhos
     e – Quanto enxergamos do corpo de alguém andando nessas águas?
III – A Segunda Etapa da Caminhada nas Águas, 47: 4        
    a – A caminhada tem distância definida: +-500 metros
          a.1 – Não é definida por nós mesmos
     b – O percurso necessita ser completado
     c -  Eu sou quem caminha
     d – A experiência de caminhar com as águas pelos lombos
     e – Quanto enxergamos do corpo de alguém andando nessas águas?
IV – A Terceira Etapa da Caminhada nas Águas, 47: 5,6
      a – A caminhada tem distância definida: +-500 metros
          a.1 – Não é definida por nós mesmos
     b – O percurso necessita ser completado
     c -  Porém Eu não posso caminhar, desapareço dentro do rio
     d – A experiência de ser levado de um lado para outro
     e – A pergunta: Viste isto, filho do homem? V.6
     e – Quanto enxergamos do corpo de alguém andando nessas águas?
V – O Ensino Sobre as Águas, 47: 7 a 12
       a – Há abundância de árvores junto ao Rio... v.7; Sl 01
           a.1 – Arvores que são comida, v.12
           a.2 – Arvores cujas folhas são remédio, v.12
       b – As águas eliminam a morte, v.8
       c – Toda criatura vivente viverá onde o rio passar, v.9
       d – Nesse rio se pescará com rede, abundância excessiva, toda espécie v. 10
       e – Mas haverá lugares sem vida, os charcos de sal, v.11      
Conclusão: Essa é a descrição da vida cristã, como ela precisa ser.
PERGUNTAS PARA MEDITAÇÃO
1 – A entrada e a saída é o novo nascimento. Voce já nasceu de novo?
2 – Voce está caminhando pra frente ou no mesmo lugar? Quais são os 2 maiores empecilhos?
3 – Quais as 2 coisas mais importantes que voce fará para vencer os empecilhos?

Meu Destino - 04


DESCOBRINDO MEU DESTINO - Pr. Joao
1 SAM 11:1 A 15:34

Introd: Vimos como Deus guiou Saul na descoberta de seu destino, independente de seus méritos e habilidades. Deus usa pessoas e situações, inclusive controla o tempo dos acontecimentos. Da mesma maneira, Deus guia a todos nós nessa descoberta, essa é a parte do que “DEUS FAZ PARA NÓS”. Vimos também o que “DEUS FAZ EM NÓS”, como ele derrama sobre nós uma unção especial que nos transforma em “outra pessoa” e que é uma coisa imprescindível para vivermos nosso destino. Hoje aprenderemos com a história de Saul como é possível perdermos a unção que Deus nos deu gratuitamente.

I – A unção requer “ação”, 10:16 a 11:15
a.      Devemos começar a “assumir” os planos de Deus para nós, 10:16
b.     Devemos começar a nos “expor” ao que Deus quer fazer em nós, 10:22
c.      Devemos “levar a sério” nossa identidade, 10:27
d.     A unção “defenderá” tudo o que pertence ao nosso destino, 11:1a11
e.      A unção traz “paz e justiça” 11:12,13
f.      A unção traz glória a Deus e alegria, 11: 14,15

II – A Unção requer coragem, 13:1 a 8
a.      A unção requer coragem quando o inimigo parece “invencível”, 13: 5
b.     A unção requer coragem quando os companheiros “desertam” 13:6
c.      A unção requer coragem quando chega o medo, 13:7
d.     A unção requer coragem quando os mais chegados abandonam, 13:8

III – A unção requer  “submissão” à Palavra dada por Deus, 13: 8 a 14
a.      Temos que nos submeter quando a promessa parece “demorar”, 13:8
b.     Temos que nos submeter “aos termos” de nossa unção, 13:9
c.      Temos que nos submeter ao “tempo” e “modo” do Senhor, 13:10
d.     Temos que nos submeter mesmo contra as “circunstâncias”, 13:11,12
e.      Guardar os mandamentos é o que confirma nosso destino, 13:13

IV – A perda da unção acontece através de um processo
a.      Começa com o “medo”e “complexo de inferioridade”,  10:16; 10:22; 13:8
b.     Produz dúvida sobre a benevolência do Senhor, 13:12
c.      Leva a assumir um papel que não pertence (sacerdote), 13:12
d.     Nosso procedimento torna-se nescio, 13:13; 14:24 a  a 45
e.      Acontece a primeira fase da derrota, 13:14
f.      Nosso destino é promessa de Deus, temos que tomar posse, 13:13,14
g.     Nosso destino começa acontecer através de outros sem que saibamos, 14:1
h.     Outros começam a viver o estilo de vida que era para ser nosso, 14:6, 8 a 10
i.       Deus passa agir por outros, 14:15
j.       Mas ainda temos chance..... 14:47,48

V – A chance final para entrar no destino, Cap 15
a.      Atenta agora para a Palavra do Senhor, 15:1
b.     A falta de obediencia, 15:8,9
c.      O arrependimento de Deus, 15:11
d.     O que é realmente a rebelião, 15:22,23

PERGUNTAS PARA O GRUPO
1 – Quais são as duas características que mais trabalham contra minha unção e meu destino?
2 – Como elas se manifestam em minha vida diária?
3 – Cite 2 coisas bem específicas ( as duas mais importantes) vencer esses dois problemas.